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Assembleia Mundial da ONU

O papel das mulheres na construção da paz global

A busca por uma paz duradoura no cenário global, um ideal frequentemente proclamado por líderes e instituições, confronta uma verdade inegável e cada vez mais urgente: sua concretização reside intrinsecamente na plena e significativa participação feminina. A Organização das Nações Unidas (ONU), ciente das persistentes limitações e das consequências de abordagens historicamente dominadas por uma perspectiva masculina, tem gradualmente endossado este imperativo, elevando a inclusão de mulheres de um mero ato de equidade a uma estratégia fundamental de segurança, estabilidade e desenvolvimento global.

A exclusão feminina nas negociações de paz é uma falha estratégica que compromete acordos sustentáveis. A ONU reconhece a necessidade da participação plena das mulheres como recurso fundamental para segurança e desenvolvimento. A Resolução 1325 destaca esse envolvimento, mas é a atuação efetiva feminina que fomenta pactos resilientes. Dados mostram que processos de paz com presença feminina são mais duradouros e justos. Em contraste com o avanço tecnológico, persiste a desigualdade e a fome, evidenciando a distância entre progresso material e evolução humana. É essencial ampliar o papel feminino na governança e nos acordos de paz para garantir justiça e inclusão, fortalecendo coletivamente a sociedade para um futuro igualitário. Cada uma de nós é uma gota no oceano, mas sem essas gotas, o oceano da paz e da justiça seria menor. Juntas somos mais fortes e unidas podemos mudar o mundo, afinal, representamos 52% da população global, e os outros 48% são nossos filhos.

OURO representada por Dra. Iriana Koch na posse do papa e nas Assembleias Globais da ONU em 2025

Em 2025, dra. Iriana, devidamente credenciada pela Ouro Revista e TV, nos representou em três grandes ocasiões, sempre levando a revista em mais, difundindo-a por onde passou. Da audiência papal do Papa Leão XIV no Vaticano a ONU na Suíça e EUA. Tendo a profunda experiência de mergulhar nos epicentros da diplomacia global. Além de ter estado em Buenos Aires em Fevereiro e Julho para estudar no doutorado de direito internacional. Em maio, participou da Assembleia Mundial da Saúde em Genebra, onde 198 nações uniram-se para debater o futuro sanitário global. A urgência da equidade vacinal e a resiliência a pandemia, evidenciando a necessidade de soluções diversas e inclusivas.

Meses depois, na Assembleia Geral da ONU em Nova York, testemunhou 192 nações discutindo paz, desenvolvimento e direitos humanos. “Foi um espetáculo de vozes e prioridades, mas também um lembrete contundente: muitas decisões historicamente masculinas falharam em resolver crises como a fome e conflitos prolongados. Percebi que a persistência dessas falhas sistêmicas clama por uma mudança de paradigma.

Minha participação nessas assembleias reforçou uma convicção: a liderança feminina não é apenas uma questão de justiça, mas um imperativo estratégico. Mulheres trazem perspectivas que promovem consenso, justiça social e soluções mais eficazes, seja em acordos de paz ou no combate à fome.

Essa jornada me deixou com a certeza de que a plena e equitativa participação das mulheres é fundamental. O futuro global exige uma liderança que reflita a totalidade da inteligência e diversidade humana.”

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OURO – Revista e TV

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